CIDREIRA CARNAVAL 2014

CIDREIRA CARNAVAL 2014

CIDREIRA CARNAVAL DE 2014

CIDREIRA CARNAVAL DE 2014

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

No dia 26 /11/2009, quinta-feira, às 20h30m no Restaurante Júnior’s no Centro de Cidreira ocorreu a posse do Conselho do COMSEP – Conselho Municipal de Segurança Pública.
É sabido que esta entidade é sem fins lucrativos e é composta de pessoas da nossa comunidade que tem como objetivo melhorar as questões que envolvem a segurança da nossa região. Pessoas estas que se dispõem a doar parte do seu tempo e do convívio familiar em prol da coletividade. No entanto, o sucesso desta iniciativa está intimamente ligada a participação ativa dos munícipes em todas as ações que são desenvolvidas. É fundamental que todos participem a fim de fortalecer e de nos unirmos com o mesmo objetivo – fortalecer e melhorar as condições de vida, da nossa vida, aqui na nossa praia.
E o melhor de tudo – aqui, todos tem voz. O conselho foi criado para dar e receber conselhos e, de forma democrática, decidir o que deve ser feito primeiro.
O que temos que entender é que juntos poderemos mudar a cara da nossa praia; situações como a que vivemos ontem, mediante a tempestade que assolou a nossa praia, poderiam ser melhor administradas se tivéssemos uma defesa civil estruturada para dar o devido auxílio aos necessitados. Temos consciência que o município carece de melhorias. Ficar só reclamando e esperando não resolve nada, temos que fazer a nossa parte. Estamos vendo que o clima e suas intempéries estão tornando-se cada vez mais freqüentes, tanto na nossa região quanto no resto do mundo, temos que nos prepararmos para tais situações. A estruturação da defesa civil, melhores condições e equipamentos das nossas forças policiais (brigada militar, polícia civil, bombeiros, etc) são exemplos de ações que todos nós poderemos realizar através do COMSEP.
Não temos a pretensão de resolver todas as questões que envolvem segurança, mas sim de resolver a maior parte delas, e creio que isto, juntos, poderemos fazer.

Parabens ao Conselheiros empossados e boa sorte.
Ao Rolf Schumann da Casa do Leitor, um dos mais entusiasmado com o Conselho votos de Sucesso. Recomendo reuniões seguidas com a comunidade de veranistas, para informá-los doque pretendem, do que estão realizando e principalmente para mostrar que existem pessoas em Cidreira que dedicam parte do seu tempo em se preocupar com os outros.

domingo, 18 de novembro de 2007

Estadio de futebol foi reinaugurado sem condições estruturais seguras

Em 2006 o Estádio de Cidreira foi reinaugurado pela Prefeitura Muncipal sem ter sido atendido o Laudo Estrutural que recomendáva uma ampla reforma no estádio.
Após receber Laudo indicando que a ferragem do Estádio estava totalmente comprometida tanto nas vigas quanto em pilares a Prefeitura apenjas rebocando alguns pontos e pintando todo o Esta´dio fez sua reinauguração.
Contestamos a reinauguração em um Laudo apresentado ao Ministério Público de Tramandaí, ao Corpo de Bombeiros de Cidreira e á própria Brigada Militar de Cidreira, onde diziamos que o Engenheiro que fez o Laudo da Obra não liberará o Estádio para os jogos e muito mesnos afirmava que as obras de reforma tinham sido feitas.
Ninguém adotou nenhuma providência quanto a realização de oito jogos que alí se realizaram.
Depois do primeiro jogo mandamos fax ao Gabinete Civil da Governadora Yeda que também não providenciou quanto a suspensão dos jogos.
Comuniquei o risco do Estádio ao setor de esporte da Gaúcha que me disse que se divulgasse o meu informe estaria colocando o público em risco pois qualquer fato poderia criar uma correria.
Resumindo posso dizer que as pessoas que foram assistir os jogos no Esta´dio de Cidreira correrão o risco de vida pois as arquibancadas poderiam ceder por falta de ferrage.
A ganância de uns, a falta de bom senso de outros e a vaidade Municipal puseram milhares de pessoas em risco.
O investimento feito no estádio foi dinheiro público posto fora, pois o estádio a cada dia que passa esta com suas ferragens mais comidas pela ferrugem e uma recuperação das mesmas que possa dar segurança para ocupação do estádio é tão cara quanto talvez fazer um estádio novo.
O CREA foi comunicado por mim e até hoje o assunto esta em análise pelos Fiscais em Tramandaí, sem uma posição.
Estamos próximos de nova temporada e alguem pode querer utilizar o estádio para jogos da dupla Grenal e após os envestimentos feitos não permitirá de forma alguma com que o estádio seja interditado.
Se não ocorrerem mais jogos é porque realmente alguem que sabia do risco em que puseram milhares de cobaias dentro do estádio e de alguma forma impediu o uso neste momento.
Vejamos o que ocorrerá. Tomara que os criminosos que puseram as pessoas em risco não as ponham novamente, mas se o fizerem e com a concordância dos que acima apontei e que serão os responssáveis pelas mortes se ocorrerem.

Clique aqui e acesse a página de download do arquivo do Laudo Técnico



Henrique Wittler

terça-feira, 11 de setembro de 2007

História de Cidreira

Em 1767 a Coroa de Portugal doou a sesmaria de Cidreira para o Almoxarife-Mor Manuel Pereira Franco. Possuia de frente 4,5 léguas (29.700m), com 2,5 léguas de orla marítima (16.500m) e era composta pelas fazendas Cidreira, Rondinha, Roca Velha, Ponta do Mato e Porteira. Posteriormente, devido à sonegação de impostos, a Coroa confiscou as terras para serem leiloadas.
Em 1819 a Sesmaria de Cidreira foi comprada por Luiz José Ferreira Saraiva, legando ao filho Francisco Pereira Saraiva as terras do Norte: Roca Velha, Rondinha e Cidreira.
Somente após 1860 começaram a vir para Cidreira os primeiros veranistas, ficando em casas de palha, com chão de areia batida. Dentre os pioneiros encontravam-se as famílias Pilla, Boppe, Mostardeiro, Chaves Barcellos, Alberto Bins, J.H.Santos e outras.
Devido ao difícil acesso não havia moradores, o que passou a ocorrer após a construção do primeiro farol, destacando-se João Neves, Fiscal do Governo Estadual, que passou a residir aqui para impedir a construção de casas sem a autorização do Governo.
A partir de 1930 começaram a surgir as primeiras casas de madeira, sendo construída (em madeira) a Igreja Nossa Senhora da Saúde, surgindo, também, os Hotéis Atlântico (no local onde hoje é a Estação Rodoviária), Farroupilha (atualmente Edifício Alvorada), Castelo, Farol, Cidreira e outros.
Em 1950 foi iniciada a construção da estrada ligando Porto Alegre ao litoral (concluida em 1958), desenvolvendo-se o processo de urbanização de Cidreira/Pinhal. Em 1954 a CEEE instalou o primeiro gerador de energia elétrica, seguindo-se na década de sessenta o primeiro posto telefônico e o serviço de tratamento da água, pela Corsan.
O município teve a sua origem em Santo Antonio da Patrulha, passando mais tarde a pertencer a Osório e, por fim, a Tramandaí – até que, em maio de 1988, foi emancipado.

REFORMA NO ESTÁDIO FOI SÓ NA APARÊNCIA

REFORMA NO ESTÁDIO FOI SÓ NA APARÊNCIA
Nada foi feito para recuperar a estrutura - Colocaram a população em risco. Leia aqui

QUEM SERIA O RESPONSAVEL SE AS ARQUIBANCADAS CAISSEM

A irresponsabilidade da realização dos jogos no Estádio de Cidreira colocou em risco milhares de pessoas.
As ferragens estão comprometidas e uma recuperação total é caríssima e portanto foi feito apenas uma maquiagem para os jogos.
Haja dinheiro público pára este tipo de obra sem futuro e de grande risco.
O pior foi à negligência das autoridades que não fizeram nada embora fossem sabedores da situação do estádio e mesmo se não soubessem não faltou aviso

Engenheiro Henrique Wittler

Cidreira no Earth Google

Para ver os postes dos itens seguintes, você deve ter instalado no computador o Earth Google. Se não tiver, instale o mesmo clicando aqui
* Ginásio de Cidreira em 3D
* Esquina Av. Cidreira com Rua 9 - Fotos

Veja um slide de imagens de satélite

Acesso á página da Prefeitura de Cidreira